A verdade sobre o buraco de ozônio3 de fevereiro de 2012

Artigo de Rex Trulove

Tradução: José Carlos Brasil Peixoto

Por muito tempo, temos sido ameaçados sobre os terrores e consequências do buraco na camada de ozônio. Nós fomos levados a acreditar que o buraco seja um evento artificial catastrófico e que estaria ficando pior, e que ameaça toda a vida no planeta. Entretanto, qual é de fato a verdade?

A verdade pode ser até mais chocante para as pessoas do que os relatórios originais do buraco de ozônio, especialmente para os indivíduos que se preocuparam sobre esse fato e que possivelmente desperdiçaram muito dinheiro de seu próprio bolso, ao tentar prevenir os resultados terríveis do “buraco”. A verdade é que o buraco de ozônio não existe, e nunca existiu.

O assunto em referência diz respeito a uma redução na espessura da camada de ozônio, principalmente nas regiões polares, e especialmente na Antártica. Sublinhe-se este ponto: um estreitamento, não é um “buraco” Isso faz uma diferença enorme, entretanto muitas pessoas podem a princípio não entender a distinção.

Um buraco seria uma ausência total de ozônio em uma determinada área, permitindo que radiação ultravioleta prejudicial possa alcançar a superfície da Terra com força total. Isto talvez fosse devastador. Um estreitamento, entretanto, significa que existiria alguma proteção. Poderia não ser ótimo, mas ela ainda estaria lá.

Pode ser lembrado que a NASA reportou informações como suporte à teoria do buraco da camada ozônio. As primeiras pesquisas mostraram que o estreitamento estaria ficando pior. Porém, boa parte dos relatórios originais está agora corrigida pela própria NASA, que utilizou dados baseados em satélite e em terra, assim como também dados científicos. A NASA não pode ser culpada pela incorreção dos dados iniciais, pois seus técnicos não eram bem capacitados para medir qualquer coisa em longo prazo, na época em que tais declarações foram feitas.

Desde então, a NASA e outras organizações puderam estudar o tema após o correr de muitos anos. O que eles verificaram é que a camada de ozônio de nossa atmosfera, especialmente acima das regiões polares, se estreita em um ciclo anual. Se alguém começar medir isto na fase inicial desse ciclo, faz sentido acreditar que a camada de ozônio estaria adelgaçando rapidamente.

Os polos são particulares na sua qualidade de receber luz solar: tem muita luz solar em um semestre e muito pouca luz solar no outro semestre. Por que isto é importante que os níveis de ozônio flutuem de acordo com a quantidade de luz solar recebida. Isso explica o ciclo anual que foi descoberto, e que NASA está ainda estudando.

Embora não exista qualquer buraco na camada de ozônio, isto não significa que não exista uma razão para preocupação. Foi descoberto há algum tempo que o cloro-fluor-carbono, ou CFC, tem um aporte direto com o ozônio. O ozônio (O3)não é um composto estável, e o CFC favorece a quebra da molécula de ozônio. Isto é porque o átomo extra de oxigênio se ligará mais facilmente com um dos componentes do CFC do que eles fazem com o O2, a molécula de oxigênio. Eventualmente o CFC libera o átomo de oxigênio, porém isto deixa o CFC novamente livre para capturar outro átomo de oxigênio.

O CFC tem ocorrência natural. Porém, por muitos anos, o homem também esteve usando esse químico para vários propósitos, que aumentou a quantia do CFC que está na atmosfera. O que é frequentemente ignorado é que o CFC é pesado, dessa forma a fração produzida pelo homem que poderia deixar o problema ainda pior, o é em escala discreta. De forma simplificada, o homem não tem muitos meios para conseguir um composto que suba alto o suficiente na atmosfera para interagir com o ozônio.

Existe um mecanismo natural que não só produz CFC, mas como também tem a habilidade de lançá-lo nas maiores alturas da atmosfera: erupções vulcânicas. Não seria impróprio assumir que a quase totalidade do CFC que está “in” e em torno da camada de ozônio chegou lá por causa de erupções, ao invés da ação humana.

Claro, isso não significa que poluir o meio ambiente com CFC seja sábio por parte do homem. Não o é! Mas o impacto do homem é apenas secundário, no que diz respeito à camada de ozônio. Também significa que o homem não pode fazer muito a respeito disso. Mesmo que não seja fabricado mais CFCs, a quantia ainda aumentaria em ciclos ainda não bem compreendidos. São substâncias que também diminuem de vez em quando, aparentemente em consonância com a atividade vulcânica, entretanto, leva algum tempo para o CFC ser liberado da camada de ozônio.

Diversos países baniram ou proibiram o uso do CFC a não ser em circunstâncias muito específicas, mas isso não pareceu fazer muita diferença. Mesmo que nós, no momento atual, não tenhamos completo entendimento  da situação, nós podemos monitorar cuidadosamente a camada de ozônio e juntarmos mais dados. Mas pelo menos nós podemos dormir tranquilos, pois atualmente sabemos que não existe qualquer coisa tal como um buraco na camada de ozônio…

ESTUDO RELACIONA O USO DE ESTATINAS COM RISCO MAIOR PARA DIABETES27 de janeiro de 2012

Um novo estudo confirma um perigoso efeito colateral das estatinas (por exemplo: sinvastatina, NT): diabetes. Pesquisadores da Harvard Medical School emitiram relato de que mulheres a partir da idade de 45 anos são muito mais propensas a desenvolver diabetes se estiverem tomando um medicamento à base de estatinas (remédios que reduzem as taxas de colesterol no sangue a partir de bloqueio de atividades fisiológicas do fígado, NT).

O estudo acompanhou mais de 153 mil mulheres na pós-menopausa que se inscreveram no estudo Women Health Initiative (WHI) nos anos 1990. No momento em que iniciaram sua participação, nenhuma destas mulheres tinha diabetes. Os pesquisadores acompanharam essas mulheres, e em 2005, se descobriu que quase 10 por cento daquelas que tomavam estatinas tinham desenvolvido diabetes, em comparação com apenas 6,4 por cento nas demais que não tomavam essas drogas.

Alguns especialistas estão chamando isso de “leve” ou “aumento modesto”. No entanto, em análise estatística os números revelam um resultado diferente: este é um aumento enorme de 50 por cento no risco de desenvolver diabetes!

Uma vez que as estatinas são os medicamentos “mais bajulados” da comunidade  médica, este risco está sendo jogado para baixo. Mas como milhões de americanos tomam produtos a base de estatinas, um aumento de 50 por cento realmente é relevante.

Este não é o primeiro estudo para aumentar o vínculo entre estatinas e diabetes. Na verdade, existem vários estudos demonstrando os mesmos resultados. Por exemplo, as estatinas também foram documentadas em aumentar o risco de diabetes em um estudo randomizado e controlado, em 2008. Relatórios mais sobre a conexão entre o diabetes e as drogas estatinas foram publicados no The Lancet em 2010 e mais uma vez no Journal of the American Medical Association em 2011.

Embora as estatinas devessem estar ajudando nossos corações, elas podem estar fazendo exatamente o oposto. A ligação entre diabetes e doença cardíaca é terrivelmente eloquente. O site oficial da Associação Americana do Coração afirma: “Adultos com diabetes tem 2 a 4 vezes mais chances de ter uma doença cardíaca ou um derrame do que um adulto sem diabetes”.

Desgraçadamente, diabetes não é o único problema de saúde relacionado ao emprego de medicamentos para redução do colesterol.

por Elizabeth Walling (NaturalNews)

Tradução: José Carlos Brasil Peixoto

O SUBCONSCIENTE E A VIDA20 de janeiro de 2012

Um dos maiores infortúnios que afligem as pessoas nesta vida é o problema de saúde. Quando falta saúde, a pessoa perde a vitalidade, não consegue trabalhar e isso lhe traz mais infortúnios. Quem é desprovido de saúde não consegue levar avante a vida com vigor e dinamismo. Por isso, o que quer que ele tente realizar, acaba fracassando. Pessoas com saúde precária frequentemente sentem a cabeça pesada, irritam-se com facilidade e ficam nervosas por qualquer motivo. Consequentemente, não conseguem administrar o trabalho com raciocínio claro, ousadia e determinação. Mesmo quando pensam em fazer algo, não têm ânimo, sentem-se deprimidas e indecisas e demoram a tomar alguma iniciativa. Com isso, acabam perdendo boas oportunidades. Tais pessoas colhem por si mesmas a capacidade de realizar trabalhos e não conseguem agarrar as oportunidades.

Oportunidade é um fator muito importante nesta vida. Dizem que Júlio César foi assassinado ao chegar no senado porque não teve a chance de tomar conhecimento da conspiração contra ele por ter recebido a carta de apelo com dez minutos de atraso. Voltando à questão da falta de saúde:

A morosidade resulta em desperdício de tempo e de Vida, e, muitas vezes, a causa é a falta de saúde. Quem não tem saúde não sente alegria em nada e se aborrece com tudo. Perde a brandura e a bondade inerentes à sua personalidade original e se torna irritadiço e irascível. Por isso, as pessoas ao seu redor acabam perdendo a paciência com ele e procuram evitá-lo. Assim, deixa de ser aproveitado num lugar que poderia caber a ele e desperdiça a Vida sem fazer nada. A saúde é muito importante; é fundamental. Então, o que se deve fazer para obter a saúde?

Vontade (oculta) de ficar doente

A maioria das pessoas destituídas de saúde pensa constantemente em sua condição física, na falta de ânimo e de vitalidade, na anormalidade das funções fisiológicas etc., expressa verbalmente suas aflições e procura suscitar compaixão nos outros. Essas pessoas costumam proferir frases como: “Minha saúde não está nada boa”, “Sofro de indigestão, e a comida me pesa no estômago”, “Tenho um problema cardíaco que me causa muito sofrimento”, “Sinto a cabeça tão pesada que tenho a sensação de estar carregando uma panela sobre ela”, etc. Não percebem que a principal causa de suas doenças é justamente o fato de proferir negativas, de falar somente coisas desagradáveis. Essas pessoas desconhecem o poder da palavra; por isso, não percebem que seu estado de saúde está piorando pelo poder das palavras que elas próprias proferem. No caso de doença da criança, o que contribui para piorar seu estado são as palavras proferidas pelos pais. Preocupados com o filho, os pais falam constantemente sobre a doença dele. Conheço uma mãe que vive alardeando aos outros a respeito do estado doentio do filho e parece orgulhar-se da grande soma de dinheiro que paga ao hospital. Muitos pais não percebem que eles próprios estão enfraquecendo o filho com o poder de suas palavras negativas. O fato é que muitas pessoas têm o hábito de usar palavras pessimistas, negativas, e com isso provocam doenças para si próprias ou para seus familiares (mesmo que não cheguem a provocar doenças, certamente causam fraqueza e desânimo), e não percebem o erro. Com o poder das próprias palavras, essas pessoas formam na mente a ideia de doença e, além disso, fixam-se nela, do mesmo modo que certo tipo de bicho se instala numa concha. Pode-se dizer que, para essas pessoas, a ideia de doença é como um esconderijo onde podem se refugiar. Se a doença desaparecer, elas não somente ficarão sem assunto para conversar, como também se sentirão receosas, pensando que não poderão mais ter como apoio a compaixão dos outros. Por isso, querem permanecer confinadas num “cubículo” chamado doença, que elas próprias construíram, e manter-se tolhidas pela “corrente” de autolimitação. Existem casos em que a pessoa cria a própria doença com o poder da palavra, por ter no subconsciente o desejo de não trabalhar. Podemos dizer que, em última análise, todas as doenças são autoagressões do consciente ou do inconsciente das pessoas. Mesmo nos casos de danos físicos provocados por “fatores externos” de cunho material, como, por exemplo, uma intoxicação alimentar, se analisarmos a fundo o estado psicológico do paciente, descobriremos que ele próprio agiu de modo a esbarrar com tais “fatores externos”. Para que a humanidade fique livre de doença, é necessário banir da mente das pessoas a “vontade oculta de ficar doente”. A “vontade oculta de ficar doente” tende a surgir na mente da pessoa quando é atormentada pelos atritos do lar ou quando o desejo de ser amada por alguém não é satisfeito. Sabemos que a doença sara milagrosamente quando a pessoa se harmoniza com a família, passa a amar a humanidade e se empenha em manifestar o amor a vida cotidiana. Isso porque diante dessa postura mental positiva desaparece a “vontade oculta de ficar doente”, que é a origem das doenças.

Fonte: Do livro Kôfuku Seikatsuron

ALTO CONSUMO DE REFRIGERANTES É RELACIONADO COM A VIOLÊNCIA ENTRE ADOLESCENTES13 de janeiro de 2012

ScienceDaily (24 de outubro de 2011) – Adolescentes que bebem mais de cinco latas de refrigerantes gaseificados (não dietéticos) por semana estão significativamente mais propensos a se comportar de forma agressiva, é o que sugere pesquisa publicada on-line em Injury Prevention(*). O que inclui carregar uma arma e perpetrar violência contra colegas e irmãos.

Advogados norte-americanos têm defendido com sucesso há algum tempo, que um réu acusado de assassinato tinha diminuído sua capacidade (de controle dos impulsos) como resultado de sua mudança para uma dieta baseada em junk food, um precedente legal que posteriormente ficou conhecida como a “Defesa Twinkie” – sendo o twinkie um bolo para lanche com um recheio cremoso, devidamente embalado.

Os pesquisadores baseiam seus resultados em 1878 adolescentes de 22 escolas públicas de Boston, Massachusetts. Os adolescentes faziam parte da Pesquisa da Juventude de Boston, uma pesquisa bienal com os alunos entre o 9º e o 12º ano de colégio (14-18 anos).

Esses adolescentes foram inquiridos sobre quantos refrigerantes (gaseificados, não dietéticos) tinham bebido nos últimos sete dias. O consumo foi medido em latas (355 ml ou 12 onças), e as respostas categorizadas de acordo com a quantidade.

As respostas foram divididas em dois grupos: aqueles que bebem até quatro latas ao longo da semana anterior (baixo consumo), e aqueles que bebem cinco ou mais (alto consumo). Pouco menos de um em cada três (30%) dos entrevistados se enquadravam na categoria de alto consumo.

Os pesquisadores então examinaram para ligações em potencial para comportamento violento neste grupo, indagando se eles tinham sido violentos contra seus colegas, um irmão, ou um parceiro, ou se eles haviam portado uma arma ou uma faca ao longo do ano passado.

As respostas foram avaliadas à luz de fatores susceptíveis de influenciar os resultados, incluindo idade e sexo, consumo de álcool, e a quantidade média de sono em uma noite no período de escola.

Aqueles que bebiam cinco ou mais latas de refrigerantes por semana eram significativamente mais propensas a ter bebido álcool e fumado pelo menos uma vez no mês anterior.

Mas mesmo depois de controlar esses e outros fatores, o uso pesado de refrigerantes gaseificados (não dietéticos) foi significativamente associado com porte de armas ou uma faca, e violência contra colegas, familiares e parceiros.

Quando os resultados foram divididos em quatro categorias de consumo, os resultados mostraram uma clara relação dose-resposta em todas as quatro categorias.

Ao redor de 23% das pessoas que bebem uma ou nenhuma lata de refrigerantes por semana carregaria uma arma / faca, mas isso chega a praticamente 43% entre aqueles que bebem 14 ou mais latas. As proporções dos perpetrar violência para com um parceiro aumentam de 15% naqueles que bebem uma ou nenhuma lata por semana, para quase 27% entre aqueles que bebem 14 ou mais.

Da mesma forma, a violência contra colegas subiu de 35% a mais de 58%, enquanto a violência contra os irmãos aumentou de 25,4% para mais de 43%.

Ao todo, para aqueles adolescentes que foram grandes consumidores de refrigerantes, a probabilidade de comportamento agressivo foi de 9 a 15 pontos percentuais a mais – a mesma magnitude que o impacto do álcool ou tabaco – é o que os resultados demonstraram. “Pode haver uma relação direta de causa-e-efeito, talvez devido ao teor de açúcar e de cafeína dos refrigerantes, ou pode haver outros fatores, não esclarecidos em nossas análises, que fazem com que ocorra o alto consumo de refrigerantes e conduta agressiva”, concluem os autores.

Tradução: José Carlos Brasil Peixoto, médico

O SEU MELHOR PRESENTE29 de dezembro de 2011

Que tal ganhar uma saúde perfeita? Esse presentão você mesmo pode se dar.

Saúde não é apenas ausência de doença, mas um estado pleno de bem-estar, no qual sentimos ânimo a todo instante. Essa definição, segundo o ayurveda, sistema de cura mais antigo do mundo, é a mesma da Organização Mundial da Saúde, que engloba os conceitos de bem-estar físico e psicológico.

Você é saudável? E quer melhorar sempre a sua saúde? É importante respondermos a essas perguntas porque a forma como cuidamos de nosso corpo é uma opção – quem quer mais bem –estar precisa trocar os maus hábitos por rotinas saudáveis, criando assim uma nova realidade. Durante muito tempo, nossas células foram bombardeadas pelo conceito de “no pain, no gain” (ou seja, sem dor não há ganho). Essa noção ficou gravada em nossa memória celular e, como robôs, seguimos nos esforçando até o limite para ter algum resultado. É o caso do exercício físico, tão importante para a nossa saúde. Vemos pessoas se matando, se esforçando ao extremo, treinando incessantemente, a todo vapor. É a resposta delas ao condicionamento de que é preciso sofrer para chegar a algum lugar.

Quero apresentar a você um novo conceito, uma nova mudança de paradigma: “Faça menos, conquiste mais”. A verdade é que não fomos feitos para ficar parados, mas também não fomos feitos para nos exercitarmos demais. Pesquisas comprovam que quando exageramos na atividade física o corpo reage produzindo radicais livres que geram envelhecimento precoce. Então, voltamos à milenar sabedoria do caminho do meio- o equilíbrio.

Sempre que for se exercitar, ouça os sinais de conforto e desconforto emitidos por seu corpo – ele fala! E cabe a nós respeitar o que ele nos diz. O ayurveda nos ensina que não devemos nunca chegar perto da exaustão. A grande sacada é treinar com mais foco e menos intensidade, sempre.

Toda hora é propícia para você se mexer de forma confortável: basta trocar o elevador pela escada, deixar o carro em casa e fazer a pé pequenos trechos… Enfim use sua imaginação para criar novas oportunidades.

Claro, toda mudança de hábito é difícil no início. Mas com força de vontade e dedicação a gente chega aonde quiser. Dê a você mesmo este presente de Ano Novo: Mais saúde e bem estar. Você merece! Um Ano Novo maravilhoso, com uma nova proposta de vida!

APRENDA A NÃO SE ABORRECER16 de dezembro de 2011

Muitas vezes os problemas são criados pela mente e verdadeiramente não existem. Pare de pensar negativamente. Pare de imaginar e fantasiar o que não existe. Não se desgaste por coisas que não merecem tanta atenção. Não guarde raiva porque alguém lhe deu uma fechada no trânsito ou foi indelicado com você. Em vez de ficar remoendo esses acontecimentos, e até falando sobre isso para os outros, simplesmente esqueça. Deixe lá no passado onde aconteceu.

Em vez de se aborrecer com as críticas injustas, com as palavras ásperas, com a incompreensão, pense que o outro não está bem e pode estar passando por alguma dor física ou psicológica. Em vez de considerar uma ofensa, tente sentir compreensão por essa pessoa.

Não incorpore o problema dos outros e mantenha seu próprio equilíbrio. Aprenda a não se aborrecer. Desenvolva tolerância e paciência e perceba como vai ter mais disposição e energia.

Contemple: Para que perder sua energia e bom humor superdimensionando pequenos problemas ou guardando mágoas?

Se tiver alguma discussão com seu marido ou esposa, namorado, amigo ou parente, procure dialogar quando os ânimos estiverem calmos. Não deixe que o orgulho e o ego negativo dominem criando mais conflitos. Não durma com raiva. Peça desculpas ou converse calmamente.

Cultive delicadeza, amabilidade, simpatia e abra seu coração para o bem-estar e alegria. Quando você ajuda alguém ou é amável, você está fazendo bem a si mesmo.

No Yoga dizemos: “Obrigado por eu poder lhe servir.” Compreendemos que ao ajudar alguém, nós nos libertamos de nosso sofrimento, saímos do egoísmo que tanta dor pode nos causar. Compreendemos também que ao fazer um ato bom, adquirimos méritos devido à lei de causa e efeito.

Egoísmo exagerado causa sofrimento

Se você fica perdido em seus problemas, achando que sofre mais do que qualquer um, entenda que seu maior sofrimento é o egoísmo exagerado. Se esquecer um pouco de si mesmo, se dedicar-se a alguma obra assistencial ou altruística, se procurar ajudar mais as pessoas ao seu redor, verá como sua infelicidade, sua depressão e tristeza vão se dissolvendo.

Em vez de sentir tão carente e querer sempre receber carinho e atenção, experimente desenvolver afeto e manifestar carinho. Transforme sua atitude egoísta e infantil, por maturidade e gentileza.

Você vai ter uma mente mais clara e, com discernimento, vai descobrir soluções. Vai perceber que estava fazendo tempestade em copo d’água, como diziam nossos pais.

Muitas vezes os problemas são criados pela mente e verdadeiramente não existem. Pare de pensar negativamente. Pare de imaginar e fantasiar o que não existe. Pare de ficar sempre falando sobre seus conflitos e você vai parar de sofrer tanto.

Não fique reclamando, se lastimando e culpando os outros. Reflita sobre seus erros e como você pode mudar em vez de apenas ver os defeitos das outras pessoas.

Às vezes, é bom desabafar com algum amigo, mas não deixe que isso se torne uma constante em sua vida. Não fique contando para as outras pessoas sobre seus problemas, pois além de aborrecer lembrando-se deles, você coloca mais energia negativa em vez de solucioná-los.

Não fique tão apegado aos próprios problemas e limitações, dizendo que não existe saída para você, que esses conflitos internos não têm soluções.

Compreenda como disse o escritor de autoajuda Lauro Trevisan: “Pode quem pensa que pode.”

Você pode impedir que problemas ou acontecimentos insignificantes dominem sua vida. Pode cultivar pensamentos bons, positivos. Pode escolher ser mais feliz e tranquilo. É uma opção sua. Compreenda que cada pensamento molda sua vida e que você só pode sentir o que pensa.

Fique em paz! Namastê! Deus em mim saúda Deus em você!

por Emilce Shrividya Starling

CUIDADO – O VENENO ESTÁ NA MESA9 de dezembro de 2011

Coisas que não vemos na televisão, rádio, etc…
Coisas que o governo nunca nos dá a mínima satisfação.
Assista alguns vídeos!

Documentário de Silvio Tendler denuncia o uso criminoso dos agrotóxicos.
Em O veneno está na mesa, (Disponível no Youtube em 4 partes) o
documentarista mostra que o Brasil está envenenando diariamente sua
população a partir do uso abusivo de agrotóxicos nos alimentos. Em um
ranking para se envergonhar, o brasileiro é o que mais consome
agrotóxico em todo o mundo, sendo 5,2 litros a cada ano por habitante.
As consequências, como mostra o documentário, são desastrosas.
Em entrevista ao Brasil de Fato, (Tirado do ar por hachers) Silvio
Tendler diz que o problema está no modelo de desenvolvimento
brasileiro. E seu filme, que também é um produto da Campanha
Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida, capitaneada por uma
dezena de movimentos sociais, nos leva a uma reflexão sobre os rumos
desse modelo. Confira.

O Veneno Está na Mesa (Parte 01)
http://www.youtube.com/watch?v=WYUn7Q5cpJ8

O Veneno Está na Mesa (Parte 02)
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=WYUn7Q5cpJ8#!

O Veneno Está na Mesa (Parte 03)
http://www.youtube.com/watch?v=5EBJKZfZSlc

O Veneno Está na Mesa (Parte 04)
http://www.youtube.com/watch?v=AdD3VPCXWJA

VEJA TAMBÉM:
O Mundo Segundo a Monsanto
http://www.youtube.com/watch?v=gkQN5gopWSU&feature=related

Andar pelos caminhos traçados só te levarão onde outros já estiveram.

O espírito enriquece-se com o que recebe, o coração com o que dá.

Vitor Hugo

SAÚDE É OPÇÃO25 de novembro de 2011

Somos os nossos hábitos diários. Está mais do que na hora de escolher o bem viver.

Segundo o ayurveda, o mais antigo sistema de cura do mundo, o ser humano foi programado para viver 120 anos com saúde. Por que, então, não é essa a realidade? Está comprovado que ter saúde é questão de opção e, se você mudar seus hábitos de vida, substituindo velhos condicionamentos que não lhe servem mais por rotinas novas e saudáveis, criará um círculo virtuoso – para você e, também, para todos à sua volta. É como dizia o filósofo grego Aristóteles: somos os hábitos que repetimos no dia a dia.

Aprendi com o médico endocrinologista Filippo Pedrinola que, ao cultivarmos hábitos saudáveis, podemos prevenir 80% das doenças crônicas e 40% dos tumores malignos. Ou seja, muita calma antes de culpar a genética por nosso males! Tem mais: a fórmula do DNA permanece sempre a mesma, mas nós podemos mudar a expressão dos genes e alterar o comportamento das nossas células. Pedrinola afirma que o estilo de vida baseado em dieta equilibrada e prática regular de atividade física aumenta a ação de uma enzima chamada telomerase, capaz de reparar e alongar os telômeros, verdadeiros marcadores de longevidade.

Em outras palavras, se ainda não estamos vivendo 120 anos com saúde é porque não estamos fazendo as melhores escolhas para nós mesmos.

Vamos tratar nosso corpo como um templo sagrado – e vale começar agora. Sente-se com coluna ereta, os olhos fechados, pés bem apoiados no chão. Transfira seu ponto de referência de fora para dentro: esqueça que o mundo externo existe, traga sua atenção para o momento presente, apenas observando e ouvindo as mensagens de conforto que o organismo manda o tempo todo, só que em meio à correria permanente lá de fora vamos desaprendendo a escutar. Mas o corpo é inteligente, sabe o que é bom e o que é ruim para cada um de nós. Então, crie tempo e silêncio para captar as mensagens dele.

Até o mês que vem, ponha em prática o mecanismo de focar no aqui e agora, colocando a atenção no seu corpo com a intenção de torná-lo mais saudável. Esse é o primeiro passo na escolha de novos hábitos. Lembre-se: tudo na vida é questão de treino!

Fonte: Márcia de Luca